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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

457 anos de muita história

A maior e mais conhecida metrópole do Brasil

São Paulo, terra da garoa e das oportunidades, uma cidade onde todo o brasileiro sonha em conhecer. Cidade de grandes variedades, tecnologia, de lazer e de muitas opções.
Agora neste dia 25/01, a cidade de Sampa (modo como é conhecida), completará 457 anos de história e tradição. E não há nada melhor do que conhecer a história de uma das metrópoles mais conhecidas e visitadas do mundo: Nossa querida São Paulo!



Prédio dos Correios


História da Cidade de São Paulo
Fontes:
http://www.sampa.art.br/historia/saopaulo/

http://www.sampa.art.br/historia/spantiga/

A fundação de São Paulo insere-se no processo de ocupação e exploração das terras americanas pelos portugueses, a partir do século XVI. Inicialmente, os colonizadores fundaram a Vila de Santo André da Borda do Campo (1553), constantemente ameaçada pelos povos indígenas da região. Nessa época, um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga onde encontraram "ares frios e temperados como os de Espanha" e "uma terra mui sadia, fresca e de boas águas". Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.
Nesse lugar, fundaram o Colégio dos Jesuítas em 25 de janeiro de 1554, ao redor do qual iniciou-se a construção das primeiras casas de taipa que dariam origem ao povoado de São Paulo de Piratininga.
Em 1560, o povoado ganhou foros de Vila e pelourinho mas a distância do litoral, o isolamento comercial e o solo inadequado ao cultivo de produtos de exportação, condenou a Vila a ocupar uma posição insignificante durante séculos na América Portuguesa.
Por isso, ela ficou limitada ao que hoje denominamos Centro Velho de São Paulo ou triângulo histórico, em cujos vértices ficam os Conventos de São Francisco, de São Bento e do Carmo.
Até o século XIX, nas ruas do triângulo (atuais ruas Direita, XV de Novembro e São Bento) concentravam-se o comércio, a rede bancária e os principais serviços de São Paulo.
Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711, a Vila foi elevada à categoria de Cidade. Apesar disso, até o século XVIII, São Paulo continuava como um quartel-general de onde partiam as "bandeiras", expedições organizadas para apresar índios e procurar minerais preciosos nos sertões distantes. Ainda que não tenha contribuído para o crescimento econômico de São Paulo, a atividade bandeirante foi a responsável pelo devassamento e ampliação do território brasileiro a sul e a sudoeste, na proporção direta do extermínio das nações indígenas que opunham resistência a esse empreendimento.
A área urbana inicial, contudo, ampliou-se com a abertura de duas novas ruas, a Líbero Badaró e a Florêncio de Abreu. Em 1825, inaugurou-se o primeiro jardim público de São Paulo, o atual Jardim da Luz, iniciativa que indica uma preocupação urbanística com o aformoseamento da cidade. No início do século XIX, com a independência do Brasil, São Paulo firmou-se como capital da província e sede de uma Academia de Direito, convertendo-se em importante núcleo de atividades intelectuais e políticas. Concorreram também para isso, a criação da Escola Normal, a impressão de jornais e livros e o incremento das atividades culturais. No final do século, a cidade passou por profundas transformações econômicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. Para se ter uma idéia do crescimento vertiginoso da cidade na virada do século, basta observar que em 1895 a população de São Paulo era de 130 mil habitantes (dos quais 71 mil eram estrangeiros), chegando a 239.820 em 1900!). Nesse período, a área urbana se expandiu para além do perímetro do triângulo, surgiram as primeiras linhas de bondes, os reservatórios de água e a iluminação a gás.
Esses fatores somados já esboçavam a formação de um parque industrial paulistano. A ocupação do espaço urbano registrou essas transformações. O Brás e a Lapa transformaram-se em bairros operários por excelência; ali concentravam-se as indústrias próximas aos trilhos da estrada de ferro inglesa, nas várzeas alagadiças dos rios Tamanduateí e Tietê. A região do Bixiga foi ocupada, sobretudo, pelos imigrantes italianos e a Avenida Paulista e adjacências, áreas arborizadas, elevadas e arejadas, pelos palacetes dos grandes cafeicultores.
As mais importantes realizações urbanísticas do final do século foram, de fato, a abertura da Avenida Paulista (1891) e a construção do Viaduto do Chá (1892), que promoveu a ligação do "centro velho" com a "cidade nova", formada pela rua Barão de Itapetininga e adjacências. É importante lembrar, ainda, que logo a seguir (1901) foi construída a nova estação da São Paulo Railway, a notável Estação da Luz.
Do ponto de vista político-administrativo, o poder público municipal ganhou nova fisionomia. Desde o período colonial São Paulo era governada pela Câmara Municipal, instituição que reunia funções legislativas, executivas e judiciárias. Em 1898, com a criação do cargo de Prefeito Municipal, cujo primeiro titular foi o Conselheiro Antônio da Silva Prado, os poderes legislativo e executivo se separaram.
O século XX, em suas manifestações econômicas, culturais e artísticas, passa a ser sinônimo de progresso. A riqueza proporcionada pelo café espelha-se na São Paulo "moderna", até então acanhada e tristonha capital.
Trens, bondes, eletricidade, telefone, automóvel, velocidade, a cidade cresce, agiganta-se e recebe muitos melhoramentos urbanos como calçamento, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus.
O centro comercial com seus escritórios e lojas sofisticadas, expõe em suas vitrinas a moda recém lançada na Europa. Enquanto o café excitava os sentidos no estrangeiro, as novidades importadas chegavam ao Porto de Santos e subiam a serra em demanda à civilizada cidade planaltina. Sinais telegráficos traziam notícias do mundo e repercutiam na desenvolta imprensa local.
Nos navios carregados de produtos finos para damas e cavalheiros da alta classe, também chegavam os imigrantes italianos e espanhóis rumo às fazendas ou às recém instaladas indústrias, não sem antes passar uma temporada amontoados na famosa hospedaria dos imigrantes, no bairro do Brás.
Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espetáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana.A industrialização se acelera após 1914 durante a Primeira Grande Guerra mas o aumento da população e das riquezas é acompanhado pela degradação das condições de vida dos operários que sofrem com salários baixos, jornadas de trabalho longas e doenças. Só a gripe espanhola dizimou oito mil pessoas em quatro dias. Os operários se organizam em associações e promovem greves, como a que ocorreu em 1917 e parou toda a cidade de São Paulo por muitos dias. Nesse mesmo ano, o governo e os industriais inauguram a exposição industrial de São Paulo no suntuoso Palácio das Indústrias, especialmente construído para esse fim. O otimismo era tamanho que motivou o prefeito de então, Washington Luis, a afirmar, com evidente exagero: "A cidade é hoje alguma coisa como Chicago e Manchester juntas".
Na década de 20, a industrialização ganha novo impulso, a cidade cresce (em 1920, São Paulo tinha 580 mil habitantes) e o café sofre mais uma grande crise. No entanto, a elite paulistana, num clima de incertezas mas de muito otimismo, frequenta os salões de dança, assiste às corridas de automóvel, às partidas de foot-ball, às demonstrações malabarísticas de aeroplanos, vai aos bailes de máscaras e participa de alegres corsos nas avenidas principais da cidade. Nesse ambiente, surge o irrequieto movimento modernista. Em 1922, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal.
Com a queda da bolsa de valores de Nova Iorque e a Revolução de 1930, alterou-se a correlação das forças políticas que sustentou a "República Velha". A década que se iniciava foi especialmente marcante para São Paulo tanto pelas grandes realizações no campo da cultura e educação quanto pelas adversidades políticas. Os conflitos entre a elite política, representante dos setores agro-exportadores do Estado, e o governo federal, conduziram à Revolução Constitucionalista de 1932 que transformou a cidade numa verdadeira praça de guerra, onde se inscreviam os voluntários, se armavam estratégias de combate e se arrecadavam contribuições da população amedrontada mas orgulhosa de pertencer a uma "terra de gigantes".
A derrota de São Paulo e sua participação restrita no cenário político nacional coincidiu, no entanto, com o florescimento de instituições científicas e educacionais. Em 1933, foi criada a Escola Livre de Sociologia e Política, destinada a formar técnicos para a administração pública; em 1934, Armando de Salles Oliveira, interventor do Estado, inaugurou a Universidade de São Paulo; em 1935, o Município de São Paulo ganhou, na gestão do prefeito Fábio Prado, o seu Departamento de Cultura e de Recreação.
Nesse mesmo período, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de "verticalização": a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura!
A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu "Plano de Avenidas", com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956.
Simultaneamente, a cidade cresceu de forma desordenada em direção à periferia gerando uma grave crise de habitação, na mesma proporção, aliás, em que as regiões centrais se valorizaram servindo à especulação imobiliária.
Em 1954, São Paulo comemorou o centenário de sua fundação com diversos eventos, inclusive a inauguração do Parque Ibirapuera, principal área verde da cidade, que passou a abrigar edifício diversos projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
Nos anos 50, inicia-se o fenômeno de "desconcentração" do parque industrial de São Paulo que começou a se transferir para outros municípios da Região Metropolitana (ABCD, Osasco, Guarulhos, Santo Amaro) e do interior do Estado (Campinas, São José dos Campos, Sorocaba).
Esse declínio gradual da indústria paulistana insere-se num processo de "terciarização" do Município, acentuado a partir da década de 70. Isso significa que as principais atividades econômicas da cidade estão intrinsecamente ligadas à prestação de serviços e aos centros empresariais de comércio (shopping centers, hipermercados, etc). As transformações no sistema viário vieram atender a essas novas necessidades. Assim, em 1969, foram iniciadas as obras do metrô na gestão do prefeito Paulo Salim Maluf. A população da metrópole paulistana cresceu na última década, de cerca de 10 para 16 milhões de habitantes. Esse crescimento populacional veio acompanhado do agravamento das questões sociais e urbanas (desemprego, transporte coletivo, habitação, problemas ambientais ...) que nos desafiam como "uma boca de mil dentes" nesse final de século.

"Lá fora o corpo de São Paulo escorre vida ao guampasso dos arranhacéus"
Mário de Andrade

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Somente a verdade doa a quem doer

O WikiLeaks

WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis.
Dedicado a divulgar informações sigilosas, o site WikiLeaks começou a revelar em 28 de novembro um impressionante conjunto de 250.000 documentos confidenciais da diplomacia americana. São despachos diários trocados por mais de 270 embaixadas e consulados em todo o mundo, desde 1966. As mensagens expõem de maneira sem precedentes as ações e razões da política externa, o que o historiador britânico Timothy Garton Ash chamou de um pesadelo para os diplomatas e um sonho para os historiadores.

Assange o homem que não guarda segredos
Fontes:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-wikileaks-e-a-questao-relevante-ou-a-carranca-velha-do-pos-moderno/
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/12/autobiografia-de-julian-assange-contara-historia-do-wikileaks.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Julian_Assange

Julian Paul Assange (Townsville, 3 de julho de 1971) é um jornalista e ciberativista australiano. É um dos nove membros do conselho consultivo do WikiLeaks, um wiki de denúncias e vazamento de informações secretas. É também o principal porta-voz do website.
Assange estudou matemática e física, foi programador e hacker, antes de se tornar porta-voz e editor-chefe do WikiLeaks. Fundou o WikiLeaks em 2006 e atua em seu conselho consultivo. Esteve envolvido na publicações de documentos sobre execuções extrajudiciais no Quênia, e isso lhe garantiu o prêmio Amnesty International Media Award de 2009. Também publicou documentos sobre resíduos tóxicos na África, procedimentos do Guantánamo, e outros.
Em 2010, ele publicou detalhes sobre o envolvimento dos Estados Unidos nas guerras do Afeganistão e Iraque. E então em 28 de novembro do mesmo ano o WikiLeaks e seus cinco parceiros de mídia, El País, Le Monde, Der Spiegel, The Guardian e The New York Times, começaram a publicar os telegramas secretos da diplomacia dos EUA. Por seu trabalho no Wikileaks ganhou outros prêmios, como o Sam Adams Award e o Index on Censorship do The Economist em 2008, além de ter sido considerado o "homem do ano" pelo jornal francês Le Monde em 2010. Em 2010, após o vazamento da vasta massa de documentos sobre possíveis crimes de guerra cometidos na Guerra do Afeganistão e na Guerra do Iraque pelo Exército dos Estados Unidos, sua fama cresceu. Recentemente Assange perdeu a cidadania sueca e está à procura de um país que o receba. Em 30 de novembro, foi acusado de estupro e abuso sexual na Suécia e a Interpol o colocou em sua lista de procurados. No dia 7 de dezembro, em Londres, Assange apresentou-se à Polícia Metropolitana e negou a veracidade das acusações contra ele, sendo liberado nove dias depois.


Veja abaixo uma matéria postada no site WikiLeaks no dia 21 de dezembro, terça-feira.

Uma troca de correspondências revela que a Embaixada americana entrou em contato com o Itamaraty, a Polícia Federal e o Judiciário brasileiro para tirar do país os pilotos americanos Joe Lepore e Jan Paladino – acusados de negligência no acidente que envolveu um jato Legacy e o avião do voo 1907 da GOL, em 2006. O Itamaraty atendeu ao pedido e os pilotos acabaram sendo inocentados pela Justiça Federal de Mato Grosso.
Os telegramas também mostram que, entre 2004 e 2005, os EUA pressionaram o Brasil a assinar um acordo bilateral para dificultar o trabalho do Tribunal Penal Internacional (TPI) e garantir imunidade judicial aos cidadãos americanos (principalmente militares) que estivessem no país. Quando o governo brasileiro recuou, os EUA cortaram um subsídio para treinamento de militares estrangeiros no Brasil, obrigando o país a diminuir o número de homens nas Forças Armadas.

Para saber de outros segredos espostos no site, clique aqui

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

É questão de ética

Somos todos criação de Deus, sem excessão

Está chegando o ano novo e a maioria de nós brasileiros, comemoramos a passagem do ano fazendo um delicioso churrasco. As carnes mais pedidas é a alcatra, maminha, linguiça calabresa, tupilas e o baby-beef ou carne de vitela. O problema é que ninguém sabe que esta última, é fruto de muito sofrimento por parte do bezerro.
Na bíblia, Deus ensina que podemos comer de tudo, ou seja, é nos permitido comer carne, vegetais e frutas. Mas da mesma forma, Jesus ensina que temos que cuidar de sua criação. Sendo assim, matarmos um animal sem sofrimento para o nosso alimento, não é errado. Mas torturarmos o mesmo para depois utilizarmos, é um erro gravíssimo!
No caso da carne de vitela, o problema está no fato de que desde o primeiro dia de vida do bezerro macho, ele é afastado da mãe e trancafiado num compartimento sem espaço para não se movimentar, para que dessa forma, o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia. Além disso, ele é alimentado com uma quantidade mínima de ferro e passa muita fome.
Sinceramente não existem formas de explicar o porque de tudo isso. Afinal, é um animal que sente frio, fome e dor como todos nós. Mas para que você entenda melhor. Leia atentamente este texto abaixo que explica um pouco mais sobre esse procedimento monstruoso que faz o baby-beef.


Carne de Vitela ou Baby-Beef
Fonte: http://vista-se.com.br/redesocial

A carne de vitela é muito apreciada por ser tenra, clara e macia. O que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento do bezerro macho, que desde o primeiro dia de vida é afastado da mãe e trancado num compartimento sem espaço para se movimentar. Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia.
Baby beef é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados.
O mercado de vitelas nasceu como subproduto da indústria de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros nascidos das vacas leiteiras.Veja como é obtido esse ‘produto’: Assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias.
Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso, alimentação que consiste de substituto do leite materno.
Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da imobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate.
A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material.
Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral. Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira, onde os excrementos possam cair num um piso de concreto ao qual os animais não tenham acesso. A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente. Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede.
Com o uso dessas técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero,criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido.
Uma solução foi encontrada pelos produtores: a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo-se a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo.
No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente imobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poderem sequer se deitar. Os bezerros são abatidos com mais ou menos 4 meses de vida, de uma vida de reclusão e sofrimento, sem nunca terem conhecido a luz do sol.
E as pessoas comem e apreciam esse tipo de carne sem terem idéia de como é produzida.
A criação de vitelas é conhecida como um dos mais imorais e repulsivos mercados de animais no mundo todo. Como não há no Brasil lei específica que proíba essa prática – como na Europa – o jeito é conscientizar as pessoas sobre a questão.
Nossa arma é a informação. Se souber o que está comendo, a sociedade que já não mais tolera violências vai mudar seus hábitos. Podemos evitar todo esse sofrimento não comendo carne de vitela ou Baby-beef e repudiando os restaurantes que a servem.
O consumidor (assim como o eleitor) tem força e deve usar esse poder escolhendo produtos, serviços e empresas que não tragam embutido o sofrimento de animais inocentes.

Agora que você já sabe, não existem mais justificativas. Afinal vale a pena tanto sofrimento apenas pelo prazer de degustar uma carne assim como as outras? Neste ano novo abuse de carnes que não maltratem a criação de Deus!


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

As mulheres fazem a diferença

Mulheres a base de uma relação

Eles podem falar e até pensar que são superiores as mulheres. Mas afinal, o que seria deles sem elas por perto?! Quer saber a resposta dessa pergunta? Leia abaixo um pequeno esclarecimento. Rs


Numa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle, e foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina. Estando sentados à sua mesa no restaurante, o dono do estabelecimento pediu permissão aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama, e assim o fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle: Qual é o interesse deste homem em te cumprimentar?
Michele respondeu: Acontece, que na minha adolescência, este homem foi muito apaixonado por mim.
Obama disse então: Ah, quer dizer que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?
Michelle respondeu: Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos.


Mais uma vez as mulheres monstraram sua grande influência na vida dos homens!

Oh coitado!

O fanho e o corcunda

Em uma certa empresa, na ala especial, havia um fanho e um corcunda. Ambos eram super competitivos. Certo dia, o corcunda olhou para o fanho e disse:
- Um dia ainda vou me livrar dessa corunda, você vai ver!
O fanho descrente respondeu:
- Si vuce si livra da curcunda eu dexo de sê fanho!
O corcunda fingiu que nem ouviu e voltou as suas atividades normais.
Naquela mesma noite, o corcunda havia ficado até mais tarde na empresa para fazer hora extra. O problema é que ele havia esquecido que o seu ponto de ônibus, ficava depois do cemitério. Como ele não tinha nenhuma opção, decidiu seguir em frente e ir pelo cemitério, quando de repente ouviu uma voz grave e misteriosa que disse:
- Quem está aí!
O corcunda apavorado falou:
- Ninguém não Senhor.
A voz misteriosa perguntou:
- O que você tem aí atraz?
O corcunda apavorado respondeu:
Uma corcunda!
Imediatamente a voz misteriosa falou:
- Me dá essa corcunda aqui!
Naquele mesmo momento, aquele homem havia se livrado da corcunda e ficou muito feliz. Com medo que o dono da voz devolvesse a sua corcunda, ele saiu correndo maravilhado!
No dia seguinte o ex-corcunda chegou todo feliz em seu trabalho. O fanho ao vê-lo perguntou:
- Kde sua curcunda? Comu vuce si livro dela?
Intusiasmado o homem respondeu:
- Ontem ao passar pelo cemitério, escutei uma voz tenebrosa que ao perguntar sobre a minha corcunda, milagrosamente a pegou e ela imediatamente sumiu!
O fanho ao escutar isso, ficou animado. Falou com o seu patrão e decidiu fazer hora extra, só para ter uma desculpa para passar pelo cemitério.
Quando deu o horário de voltar para casa, o fanho apressadamente pegou suas coisas e foi todo feliz para o cemitério. Logo quando chegou escutou a voz, que disse:
- Quem está aí?
O fanho todo contente, imaginando sua voz sem esse som anasalado e estranho respondeu:
- So u pobri fanho!
A voz perguntou:
- O que você tem aí atraz?
O fanho curioso respondeu:
- Nada num Senho!
E imediatamente a voz falou:
- Então toma essa corcunda de presente!


Tem gente que não nasce com sorte mesmo! Rs
Obrigada Camila Castro, colega da Intervalor, que me contou essa excelente piada.